Programação

12/07/2018

EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA
10h as 12h

TEMA: MEMÓRIAS E IDENTIDADES KALUNGA EM CENA E VIVÊNCIAS AGÔ TURISMO

Local: Polo Universidade Aberta do Brasil – Cavalcante Goiás

OFICINA
14h as 16h

CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS

Objetivo: Contar histórias de maneira lúdica e considerando as experiências repassada dos mais velhos aos mais novos.
Ministrante: Vanusa Nogueira Neves – Arte Educadora, mestranda em Performances Culturais ( CS/UFG), especialista em Língua Portuguesa (FL/UFG), licenciada em Artes Visuais (FAV/UFG) e Letras (UEG/Goianésia).

Local: Casa Kalunga

ESPETÁCULO TEATRAL
17h as 18h

ERA UMA VEZ… DEBAIXO DO PÉ DE MANGA

Sinopse: Um espetáculo para crianças de todas as idades com histórias brincantes da cultura goiana. Uma aventura narrada com muitas brincadeiras. Que tal saborear estas histórias debaixo do pé de manga? Cadê o Lipe para ajudar descobrir o nome da? Vamos procurá-lo?
Então, vamos pedir ajuda para o Boto Rosa do Rio Araguaia, a cobra Boiuna, Maria Grampinho, Zé Prequeté e quem mais quiser…
Ah, mesmo correndo do bicho de pé, você não pode ficar de fora dessa aventura! Vamos brincar de contar histórias?
Ficha Técnica: Vanusa Nogueira (Glórinha Fulustreka) Atuação e Perfomance.

Local: Praça Diogo Telles Cavalcante

EXIBIÇÃO DOS DOCUMENTÁRIOS:

19h30 as 20h

MEMÓRIAS E IDENTIDADES KALUNGA EM CENA
Direção: Edymara Diniz

Sinopse: O documentário “Memórias e identidades Kalunga em cena” tem como proposta compartilhar em forma de registro audiovisual memórias de experiências dos sujeitos/atores Kalunga. Eles nos revelam o que aprenderam com o processo criativo pedagógico de ensino do teatro em diálogo com a cultura local, relatam a oportunidade de reflexão coletiva sobre cultura, discriminação racial, ethos e como a participação nesse grupo contribuiu para mudança de comportamento, ajudando a superar a timidez, por exemplo.
O roteiro e edição foram pensados a partir de entrevistas realizadas com esses jovens, de cenas gravadas do espetáculo Memórias de um Quilombo e de relatos da matriarca e liderança da comunidade Natalina dos Santos Rosa, conhecida como Dainda, que acompanhou todo processo criativo da pesquisa desde o surgimento do grupo. Outros aspectos que merecem ser mencionados são a maquiagem e os figurinos do espetáculo que nos mostram a riqueza visual de escolhas dos sujeitos/atores.

Local: Praça Diogo Teles Cavalcante

20h as 20h30

FOLIA DE SÃO SEBASTIÃO NO POVOADO SÃO JOSÉ
Direção: Maria Lúcia (Malu)

O documentário a folia de São Sebastião no Povoado São José – Uma experiência em letramentos múltiplos. Foi produzido com a intenção de registrar em audiovisual a cultura da folia e incentivar a participação das pessoas mais jovens nessa cultura. É um complemento do trabalho de conclusão de curso escrito, o qual tem como objetivo registrar de forma escrita e em audiovisual os gêneros discursivos que circulam na folia de São Sebastião.

Local: Praça Diogo Teles Cavalcante

20h30 as 20h45

VIDA KALUNGA
Direção: Betânia Victor Veiga

Sinopse: Vida Kalunga é um documentário realizado no interior goiano que retrata a cultura de um povo que é símbolo de resistência e luta pela liberdade. São remanescentes de negros escravizados que se refugiaram e ficaram por mais de dois séculos sem nenhum contato com a civilização. A dificuldade de acessar as terras Kalungas forma até hoje, uma espécie de redoma de proteção à sobrevivência deste povo que se baseou no espírito comunitário, durante anos de reclusão. Vivem e sobrevivem basicamente da natureza que suas terras lhes oferecem, compartilhando de um ecossistema preservado de geração para geração. Com hábitos e costumes próprios, representados no seu cotidiano e em suas festas populares, em pleno cerrado, a 370 quilômetros da Capital Federal. Sua região é um belíssimo esconderijo cravado entre serras, formando vales com rios caudalosos, onde poucos conseguem chegar.

Local: Praça Diogo Teles Cavalcante

ESPETÁCULO TEATRAL
21h as 22h

COISAS DA MORTE

Sinopse: Reflexões sobre a morte de gente preta aborda o genocídio da população negra em uma linguagem poética e desafiadora que pretende denunciar um dos piores problemas vividos pelo povo negro e invisibilizado pela pauta da grande mídia e da naturalização dos órgãos de segurança pública.
Duração: 40 minutos. Ficha técnica: Dilmar Durães (ator e direção), Glau Soares (atriz); Rafael dos Santos (ator e direção); Wilton Santos (Sonoplastia e direção); Annin Urasse (preparação vocal) Produção: Bruna Rosa, Ana Carolina, Isabel, e Adhani Marques

Local: Praça Diogo Teles Cavalcante

13/07/2018

RODA DE PROSA
8h as 10h

TEMA: SAÚDE, AUTO CUIDADO E AUTO ESTIMA

Objetivo: Saúde é um dos maiores bens que o ser humano pode ter. É sutil, robusta e as vezes muito frágil, delicada e quase imperceptível. Difícil de manter. E doenças são coisas que fazem muito mal a saúde. Mas o caminho com sofrimento e dores é outra coisa. E dependendo do lugar e das condições podemos acelerar o adoecimento. Aí tem de tomar injeção e restringir nem que seja temporariamente nosso desenvolvimento.
Esse processo saúde-doença é igual as ondas, tem períodos de calmaria, de mar agitado, ás vezes ondas violentas e até tsuname. E na medicina para cada certeza temos cinco incertezas. Sei que não livrarei nem a minha pele, mas sei que protetor solar protege do sol. E que gostar de minha pele faz bem pra saúde e o inverso também é verdade. E que o olhar do outro pode me acolher ou me agredir ( leia-se me sarar ou me adoecer).
“Viver é um negócio muito perigoso”, em que a sorte e a proteção divina são nossas maiores aliadas. Mas refletir e agir um pouco sobre esse processo pode amenizar sofrimentos, tanto do ser quanto do humano.” (Texto: João Marcos Oliveira Ribeiro)

Convidado: João Marcos Oliveira Ribeiro (Médico de Saúde da Família e Comunidade)

Local: Polo Universidade Aberta do Brasil – Cavalcante Goiás

10h as 12h

TEMA: A IMPORTÂNCIA DA VALORIZAÇÃO DO PATRIMÔNIO AFRO BRASILEIRO

Objetivo: Conscientizar o publico alvo sobre a importância de valorizar a cultura afro brasileira se entendendo como atores sociais que são parte desse patrimônio.

Convidados: Erivaldo Oliveira Silva – Presidente da Fundação Cultural Palmares

Carolina Conceição Nascimento – Fundação Cultural Palmares

Local: Polo Universidade Aberta do Brasil – Cavalcante Goiás

RODA DE PROSA
14 h as 18h

TEMA: ECONOMIA CRIATIVA E SUSTENTABILIDADE

Objetivo: Possibilitar a compreensão e reflexão na comunidade local de como a cultura pode movimentar a economia, gerando emprego, renda e oportunidades.

Público Alvo: Artesãos de Cavalcante
Convidado: Décio Coutinho (SEBRAE – GOIÁS)

Local: Polo Universidade Aberta do Brasil – Cavalcante Goiás
Público Alvo: Artesãos locais

OFICINA
14h as 17h

PERFOMANCE NEGRA COM O BANDO DE TEATRO OLODUM – BA

Objetivo: A oficina de performance negra do Bando de Teatro Olodum é a metodologia desenvolvida pelo grupo do decorrer dos seus 28 anos de arte negra na cena. Essa metodologia esta fincada nas bases da dança, dança-afro musica teatro e memoria e identidade.
Dança- abordam Bases da dança contemporânea, dança-afro, movimentação coreográfica, objetivando a memória de movimentos do corpo étnico-indenitário,
Musica aborda noções básicas de musica, sons e ritmos ritualísticos, (ritmos das nações de candomblé da Bahia) sons e ritmos de áreas do continente africano e samba regam. Objetivando a capacitação a percepção composição dos sons e ritmos através da execução das técnicas
Teatro- abordam códigos cênicos baseados nos gestos, tradições socioculturais do negro, mitos e contos afro-brasileiros, ritos e celebração de matriz africana com o intuito de compreender como isso se manifestam enquanto signos teatrais na construção das narrativas contemporâneas.
Memoria e identidade aborda o patrimônio cultural do povo negro como fonte primaria de conhecimento e enriquecimento individual e coletivo, com o intuito de tomar os objetos e expressões do Patrimônio cultural negro como vetor de atividade arte educativa.

Local: Casa Kalunga

ESPETÁCULO TEATRAL
18h as 19h

PEÑA FOLCLÓRICA

O espetáculo Peña Folclórica traz músicas do universo sul-americano, entoadas por tambores, instrumentos de percussão, violas e sanfonas. Os jovens também dançam e realizam performances circenses no tecido acrobático, acompanhados pela voz de Doroty Marques.
Ficha Técnica: Turma que Faz – Vila de São Jorge/Alto Paraíso

Local: Praça Diogo Teles Cavalcante

 

20h as 21h

ESPETÁCULO PENTES

Sinopse:

Eu embaraço
tu desembaraças
nós embaraçamos
vós desembaraçais;
Não nega, nêga!
Qual é o pente que te penteia?
Num mar de negações, três melaninas acentuaram-se, baseadas em depoimentos pessoais embaraçamos nossos caminhos e libertamos nossos cabelos!
Ficha técnica:
Direção e Texto: Grupo Embaraça
Dramaturgia: Grupo Embaraça
Elenco: Ana Paula Monteiro, Fernanda Jacob, Tuanny Araújo
Atriz convidada: Elisa Carneiro
Direção Musical: Fernanda Jacob
Banda: Anne Caroline Vasconcelos, Carolina Setubal, Fernanda Pinheiro, Larissa Umaytá, Letícia Fialho e Sam Defor.
Figurino: Fernando Cardoso
Luz: Zizi Antunes
Produção de vídeos: Rodrigo Resende (LAB 61)
Arte Gráfica: Keka Balduino
Produção: Grupo Embaraça
Classificação indicativa: Livre

Local: Praça Diogo Telles Cavalcante

14/07/2018

RODAS DE PROSA
8h as 10h

TEMA: PROTAGONISMO NEGRO NAS ARTES

Objetivo: Enfatizar a produção artística e o protagonismo negro nas artes.
Convidados: Cristiane Sobral – Atriz e escritora

Antônio Carlos Vovô – Ilê AIyê – BA

Marcelo Emanuel dos Santos – Cine Braza – DF

Carlos Roberto P da Conceição – Ator e idealizador do grupo de teatro Vozes do Sertão Lutando por Transformação – VSLT – Cavalcante Goiás

Cassiana Rosa dos Santos – Atriz do grupo de teatro VSLT

Local: Polo Universidade Aberta do Brasil – Cavalcante Goiás

PERFORMANCE COM LEITURA DE POEMA COM A ATRIZ E ESCRITORA CRISTIANE SOBRAL


10h as 12h

LANÇAMENTO DOS LIVROS “TERRA NEGRA” E “O TAPETE VOADOR” DA ATRIZ E ESCRITORA CRISTIANE SOBRAL
Local: Polo Universidade Aberta do Brasil – Cavalcante Goiás

TERRA NEGRA, poesia. Rio de Janeiro, Ed. Malê, 2017.

A obra revela em suas 105 páginas a força ancestral que emana de seus poemas e se presentifica dentro de nós. “Terra Negra” é uma obra poética de resistência, de verdades e, sobretudo, de amor.

O TAPETE VOADOR, contos. Rio de Janeiro, 2. Ed. Malê, 2017.

O leitor se surpreenderá com os tons, matizes e paragens outras partilhadas nos dezoito contos e se sentirá banhado pelas águas ancestrais do outro lado do Atlântico.  A contundência, a inventidade e a sensibilidade marcante da escrita de Cristiane Sobral estão aguçadas nessas inusitadas histórias.

Local: Polo Universidade Aberta do Brasil – Cavalcante Goiás

OFICINAS
14h as 17h

INICIAÇÃO A LINGUAGEM CÊNICA NA CENA AFRO – BRASILEIRA COM O GRUPO EMBARAÇA – DF

Objetivo: Realizar uma oficina de iniciação a linguagem cênica com o uso de referências da cultura afro nos jogos e interações propostas.

Local: Casa Kalunga

ESCRITA CRIATIVA – POESIA – TECIDOS DE INVENÇÃO, ATRAVESSAMENTOS E AFETOS COM CRISTIANE SOBRAL

Objetivo: Promover a leitura, a reflexão e o exercício de criação no gênero poesia afro brasileira. Contribuir para o exercício criativo de escritores iniciantes ou em formação; Oportunizar aos leitores um olhar mais sensível e crítico da poesia no contexto da literatura afro brasileira; oportunizar aos leitores um olhar mais sensível e crítico da poesia no contexto da literatura afro – brasileira.

Local: Polo Universidade Aberta do Brasil – Cavalcante Goiás

ESPETÁCULO TEATRAL
19h as 20h

VIDA DE ESCRAVO, A LUTA DE NOSSOS EM BUSCA DE LIBERDADE

Sinopse: O espetáculo começa com o narrador contando a historia do Brasil, falando sobre a exploração do trabalho indígena, ouve a doutrinação deles através dos padres, mas como eles já conheciam bem a floresta isso facilitava suas fugas.
Por não conseguirem escravizarem os indígenas eles resolveram agir de extrema violência contra os africanos, logo em seguida tem a cena dos africanos trabalhando e sofrendo os piores castigos que se possa imaginar. Logo os escravos fogem para os lugares de difícil acesso formando os quilombos.
Durante o espetáculo ocorre o encontro dos quilombolas com os indígenas ocorrendo a miscigenação, para finalizar temos a parte dos velhinhos que conta as mudanças ocorridas no quilombo ao longo dos anos, finalizando com a dança da Sussa.
Ficha técnica: Grupo Arte Kalunga Matec – Comunidade Engenho 2

Local: Praça Diogo Telles Cavalcante

21h as 22h

Ó PAI Ó

Sinopse: Criado em 1992 pelo diretor Marcio Meirelles e pelo Bando de Teatro Olodum , o espetáculo Ó Paí ó, permanece atual pela síntese que faz do modo de ser e sobreviver dos moradores e frequentadores do Pelourinho, no Centro Histórico de Salvador. São músicos, artistas plásticos, travestis, baianas de acarajé, proprietários de pequenos bares, associações comunitárias e blocos afros. Personagens reais que, pouco a pouco, foram expulsos do local para dar espaço a um fictício shopping turístico a céu aberto.
A montagem do Bando retrata um dia especial na vida desses diversos tipos que viviam no Centro Histórico: uma Terça-feira de Benção, quando a movimentação na área é ampliada e também as alegrias e sofrimentos dos moradores de uma região estigmatizada e abandonada pelas autoridades. Enquanto se preparam para curtir a farra da Terça da Benção, os moradores precisam enfrentar a falta de água no prédio (ação proposital da proprietária) e o extermínio de crianças da área a mando de comerciantes interessados na “limpeza étnica” do local para aumentar a atração de turistas. Tudo discutido com criatividade, consciência racial e humor, marcas definitivas das produções do Bando de Teatro Olodum.
A direção é de Márcio Meirelles, co-direção de Chica Carelli as músicas originais e a direção musical de Jarbas Bittencourt, coreografia de Zebrinha, Iluminação de Rivaldo Rio.
Marcos Uzel
Marcos Uzel é jornalista, mestrando em Cultura na Universidade Federal da Bahia e autor do livro “O Teatro do Bando: Negro, Baiano e Popular”.

FICHA TÉCNICA
Elenco:
Arlete Dias
Cassia Valle
Cell Dantas
Dadiele Lima
Ednaldo Muniz
Fabiana Milhas
Fabio Santana
Gerimias Mendes
Jamile Alves
Jorge Washington
Lazaro Machado
Luciana Souza
Leno Sacramento
Merry Batista
Naira da Hora
Renan Mota
Rejane Maia
Shirlei Sanjeva
Sergio Laurentino
Vagner de Jesus
Valdineia SorianoDireção: Marcio Meireles
Co Direção: Chica Carelli
Coreográfia: Zebrinha
Assistente de coreografia: Arismar Jr
Direção Musical: Jarbas Bittencourt
Assistente musical: Ridson Reis
Engenheiro de Som: Jeferson Souza
Iluminação: Rivaldo Rio
Músicos: Daniel Vieira (NINE) e Yan Santana

Local: Praça Diogo Teles Cavalcante

15/07/2018

RODA DE PROSA
08h as 10h

TEMA: LEI 10.639: DESAFIOS E CONQUISTAS

Objetivo: – Possibilitar discussões e reflexões sobre a lei 10.639 que torna obrigatório o ensino da história e cultura Africana e Afro-brasileira nos estabelecimentos de ensino formais públicos e privados.
Convidados: Raquel Nascimento Dias (SECADI/MEC), Maria Auxiliadora (SECADI/MEC), Rafael Litvin Villas Boas  (FUP/UnB).

Local: Polo Universidade Aberta do Brasil – Cavalcante Goiás

10h as 12h

TEMA: CIDADE, ACESSIBILIDADE, REPRESENTATIVIDADE E (D) EFICIÊNCIAS / POLÍTICAS DE AÇÕES AFIRMATIVAS

Objetivo: Promover reflexões sobre cidade e representatividade. O convite é para desconstruir olhares deficientes em busca de maior eficiência para garantia dos direitos de acessibilidade aos espaços públicos.
Convidados: Raphael Tursi (Coordenador do projeto Pés – DF)
João Marcos Oliveira Ribeiro (Médico de Saúde da Família e Comunidade)
Vanusa Nogueira (Arte educadora)

Juvenal Araújo Júnior – SEPPIR

Diego Moreno – SEPPIR

Beatriz Aguiar – SEPPIR

Lucilene dos Santos Rosa – Secretaria Cidadã

Local: Polo Universidade Aberta do Brasil – Cavalcante Goiás

OFICINA
14h as 17h

DANÇA E ANCESTRALIDADE COM JULIANA JARDEL

Objetivo: Vivenciar de forma criativa e expressiva o universo das danças brasileiras de matrizes africanas.

Local: Casa Kalunga

19h as 20h

DANÇA SUSSA COM AS MULHERES KALUNGAS DA COMUNIDADE DO VÃO DE ALMAS

Sinopse: A Sussa é considerada pelos quilombolas Kalunga como uma dança sagrada. Serve tanto para agradecer, quanto para pagar promessa. Muitos dizem que o batuque foi aprendido com índios que conviveram nesta localidade com seus antepassados. Em alguns momentos costuma-se dançar equilibrando uma garrafa de pinga na cabeça. Algumas mulheres chegam a rodopiar como se estivessem em transe. Os instrumentos tocados são: bruaca, onça, caixa e pandeiro. Quanto aos figurinos, as mulheres costumam usar saias de chitão e lenço na cabeça e os homens, calça e camisa. Durante as Romarias essas vestimentas costumam ser roupas normais do dia a dia.

Local: Praça Diogo Teles Cavalcante

20h30 as 20h34

CENA: WOOH
PROJETO PÉS

Sinopse: Fundado em 2011, o Projeto PÉS é um grupo que pesquisa a criação, provocação e execução do movimento expressivo para/por pessoas com deficiência, através de técnicas do teatro-dança.  Aberto e destinado à pessoas de qualquer idade, com e sem deficiências, ele busca a criação e interação de todos os seus integrantes e não pretende, ao final dos trabalhos, obter corpos dançarinos, que bailem e valsem sobre palcos e salões, mas sim, corpos que saibam se mover e gerar movimentos que, sozinhos ou em grupo, sejam por si só, movimentos expressivos artisticamente. A proposta PÉS de educação corporal implica em auxiliar pessoas com deficiência a se permitirem enxergar capazes de executar movimentos artísticos cênico-dançantes. Estes movimentos não precisam ser complexos fisicamente, mas sim, dotados de significado, o que chamamos de poesia corporal. Em seus sete anos de trabalho, o Projeto PÉS soma mais de cem atividades realizadas, tendo sido, em 2017, o único representante do Brasil, no Arte X Igual – Festival Internacional de Artes para Pessoas com Deficiência.
Coreografia: Rafael Tursi e Roges Moraes
Interprete: Roges Moraes
Realização: Projeto PÉS

Local: Praça Diogo Teles Cavalcante

21h as 22h

CORPO SUSPEITO

Sinopse: Corpo Suspeito é uma performance homônima em dança afro, do Grupo Corpo Suspeito. Um corpo negro, num espaço qualquer, é “sempre” um corpo em suspeição. É dessa suspeição que nasce a performance homônima. Em qualquer ponto da cidade, um grupo formado assume o estado de suspeição que lhe é atribuído e, dançam! Os atabaques trazem toda a energia dos ritos tradicionais de matriz africana, porém a performance é na urbanidade, no espaço vivo que é a rua. Elementos presentes na dança dos orixás são lançados no momento e no espaço cênico-urbano em que se encontra um Corpo Suspeito.
Ficha Técnica: Juliana Jardel (coreógrafa, bailarina e performer), Janaína Soldera (performer), Ramon Araújo (percussão e som), Ricardo Ferreira (percussão) e Camila Ribeiro (interprete).

Local: Praça Diogo Teles Cavalcante.

SHOW MÚSICAL DE ENCERRAMENTO
22H30 as 00h

CONTÉM DENDÊ

Sinopse: Contém Dendê é uma banda formada integralmente por mulheres negras. Além da admiração mútua entre as integrantes, a identificação através da ancestralidade da mulher negra é o fio condutor deste encontro.
A banda foi criada em 2016 para integrar o espetáculo PENTES, peça que aborda as relações raciais e a identidade da mulher negra através do cabelo crespo. Após a repercussão, o projeto se estende e leva a reflexão sobre a representatividade da mulher negra em diversos espaços, incluindo o da música, buscando assim valorizar cantoras e instrumentistas negras e a estética afro brasileira.
O repertório é composto por releituras de grandes canções brasileiras, dando destaque à nossa pulsante música negra. Contém Dendê é composta por Anne Caroline Vasconcelos, Fernanda Jacob, Fernanda Pinheiro, Larissa Umaytá, Letícia Fialho e Sam Defor, profissionais de destaque no cenário musical brasiliense.

Local: Praça Diogo Teles Cavalcante